A distribuição dos retornos do Ibovespa entre 1995 e 2024 mostra algo importante: o mercado não segue uma curva normal perfeita.
Retornos extremos (positivos ou negativos) são mais comuns do que a teoria tradicional prevê.
Eventos raros e de grande impacto — os famosos “cisnes negros” de Nassim Taleb — não são exceções, mas parte do jogo.
E o que isso ensina para a gestão de carteiras?
Não basta usar apenas média e volatilidade como medida de risco.
Precisamos de ferramentas como o CAPM, que já ajusta o retorno esperado ao risco sistemático (Beta).
E ainda assim, a gestão consciente do risco deve ir além dos modelos: aceitando que o inesperado pode — e vai — acontecer.
Resumo do Dr. Equity: “Ignorar os cisnes negros é fácil… até que um deles pouse na sua carteira.”