O “lucro ajustado” parece técnico, moderno… e convincente. Mas, na prática, muitas vezes é apenas uma maneira elegante de apresentar um número que agrade ao mercado.
Empresas excluem “gastos não recorrentes”, “despesas extraordinárias” e “efeitos pontuais” — que, curiosamente, se repetem ano após ano.
O resultado? Um lucro “bonito”, que nem sempre reflete a realidade operacional do negócio.
📉 Benjamin Graham já alertava:
“Desconfie sempre de lucros que precisam ser explicados.”
“A manipulação contábil pode ser legal… mas ainda assim perigosa.”
💡 Investidores conscientes não ignoram o lucro contábil. Eles analisam os detalhes, procuram por recorrência e focam na consistência dos fundamentos ao longo do tempo.
Como diz o Dr. Equity:
“Lucro ajustado demais, confiança de menos.”