O Conselho de Administração do Magazine Luiza (MGLU3) aprovou um novo programa de recompra de ações, com validade até novembro de 2026. Serão até 10 milhões de ações, o que representa 3,17% do free float da companhia.
💡 Mas… será que é o melhor momento?
🔍 Apesar de o endividamento total não parecer elevado em relação ao patrimônio, cerca de 62% da dívida bruta é de curto prazo — o que pressiona o caixa da empresa. E com a SELIC ainda em 14,75%, o custo financeiro é alto.
Além disso, o setor varejista é sensível ao ciclo de juros, e o Magazine Luiza ainda busca maior consistência em seus lucros e geração de caixa.
🎓 Dr. Equity alerta:
> “Recompra de ações só faz sentido quando há geração sólida de valor. Se o caixa está pressionado, talvez seja melhor investir na operação antes de reduzir o capital.”
📊 Na Sala de Ações, acreditamos que a decisão de recompra deve ser vista com cautela. Antes de pensar no impacto sobre o preço da ação, é fundamental avaliar a saúde financeira da empresa e sua estratégia de longo prazo.
📈 Valor se constrói com fundamentos, não com atalhos.